Dois engenheirostestando em público.

A maior parte do que se escreve sobre IA explica como uma técnica deveria funcionar. Quase nada mostra o que aconteceu quando alguém rodou. Este site é a segunda coisa.

Quem escreve

  • Lucas Gomes

    Engenheiro de software trabalhando com sistemas de IA em produção. Estuda recuperação, modelos rodando local e sistemas multiagente reproduzindo papers e medindo o que sobra depois que a técnica sai do tutorial.

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  • Filipe Rocha

    Engenheiro de software focado em avaliação e no custo real de rodar IA. Cuida da parte chata dos experimentos — quanto ocupa, quanto demora, onde quebra — e é quem insiste para o número ser reproduzido antes de virar paper.

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O que publicamos

Experimentos que a gente conduziu na própria máquina, com o próprio orçamento, contra dados de verdade. RAG, modelos rodando local, avaliação, fine-tuning, agentes.

Não é tutorial e não é notícia. É o registro do que foi testado, com o número que saiu — inclusive quando o número foi decepcionante.

Como a gente trabalha

  1. O setup inteiro vai junto

    Modelo, versão, hardware, dataset, tamanho da amostra. Sem isso um resultado não se reproduz, e um resultado que não se reproduz é anedota.

  2. Experimento que falhou também é publicado

    Saber que uma abordagem não funciona economiza a semana de alguém — e é justamente o que ninguém escreve, porque não rende engajamento.

  3. O que a gente não sabe fica escrito

    Todo paper termina dizendo onde o resultado pode não valer: outro corpus, outro idioma, outro modelo. A fronteira do que foi testado é parte do achado.

Rodou e deu diferente?

Essa é a mensagem mais útil que a gente pode receber. Um resultado que não replica na sua máquina diz algo que o paper não disse — sobre o corpus, o hardware, ou uma suposição que a gente nem percebeu que estava fazendo.

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